O parkour é uma modalidade esportiva focada em ultrapassar obstáculos, de forma segura e rápida, através do exercício do respectivo corpo e suas capacidades. Mas se engana quem pensa que o parkour só pode ser feito por dublês, artistas circenses, militares ou bombeiros. A prática tem conquistado gurias, adultos, idosos e bem como pessoas com deficiência que buscam por autossuperação, diversão e mais força.
O estímulo é o principal combustível ao esporte, segundo atletas de parkour que buscam recentes maneiras de dominarem e melhorarem tuas habilidades – especialmente de força, coordenação e equilíbrio. Devido à pluralidade de privilégios, alguns colégios até têm adicionado o parkour pela grade curricular. Em 2017, aos 14 anos, Camila Stefaniu Ribeiro se consagrou como a primeira atleta profissional de parkour da América do Sul. A atleta, hoje reconhecida mundialmente, reconhece que as vantagens advindas com o esporte são diversas.
Fisicamente, ela cita a aquisição de força, resistência, versatilidade e equilíbrio. Porém, não vê estas aptidões de forma isolado: com estes elementos sendo trabalhados, Camila se sente mais “disposta e pronta para defrontar cada outro tipo de bloqueio físico ou mental ao viver e tentar a carreira como atleta brasileira”. A professora Poliana Souza, proprietária e diretora da Drop and Leap Escola de Parkour, em Brasília (DF), complementa: se ela pudesse resumir, diria que o parkour atua em quatro aspectos principais.
São eles: físicos, psicológicos, sociais e ambientais. Os aspectos físicos são apontados, já que o componente essencial para a prática do parkour é a força – e dela surgem demais adaptações hormonais, estruturais e mecânicas. Já os psicológicos advêm do permanente aprendizado pela superação, que mostra como resolver com o temor, a frustração, a desonra, a paciência, a coragem, o orgulho e a comemoração.
- Três – Comece baixo contudo pense enorme
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- 2 – Remova o que é dispensável
Os pontos sociais dizem respeito, segundo Poliana, ao proteger e ser ajudado por um grupo, da mesma forma vibrar pelas conquistas alheias. E os ambientais se referem ao tornar-se porção da cidade onde o parkour é executado, tendo zelo pelo ambiente, ocupando-o de forma natural e atribuindo diversão e treinamento a seus componentes (como escadas, corrimões e bancos). Jean Wainer comenta que a autossuperação do parkour acaba sendo levada pra outros aspectos da vida. Criador do primeiro curso da modalidade no Brasil, fundador da Parkour Brazil e praticante desde 2004, Leonard Akira diz que o parkour mudou inteiramente sua existência, fazendo com que alcançasse uma melhor característica de vida.
Ortopedista pelo Instituto Medicina do Movimento e mestre em Ciências da Saúde Aplicadas ao Aparelho Locomotor, Thiago Coelho afirma que o parkour é um trabalho global e inteligente, já que trabalha toda musculatura, articulações e integrações neurológicas. O médico, especializado em pediatria, aponta bem como que o esporte é bastante benéfico a gurias, porque auxilia no desenvolvimento motor.
Como toda modalidade esportiva, há movimentos do parkour próprios e que exigem diferentes habilidades de acordo com o grau do praticante (exercícios de novatos a avançados). A jovem Camila, campeã na modalidade, afirma que, em seu ponto de vista, o amortecimento é o movimento mais relevante do parkour. O professor Jean Wainer concorda, informando que o amortecimento é um movimento essencial, normalmente sendo o primeiro a ser treinado por novatos.
Com o auxílio de um professor, o treino evitará choque exagerado nas articulações e músculos ao aterrissar, bem como visará a distribuição do peso durante este movimento e poupará a coluna. Jean ressalta que é preciso treinar bastante a aterrissagem até que ela se torne “automática” ao fazer os excessivo movimentos do parkour.